quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Vipol renova frota de ônibus que atende São Paulo e Guarulhos


Imagem inline 1

Vipol renova frota de ônibus que atende São Paulo e Guarulhos
Veículos estão entre os primeiros com tecnologia Euro 5 na região

Os sistemas de transporte público da zona Leste de São Paulo e da cidade de Guarulhos acabam de receber 31 novos ônibus. Os veículos, modelo Svelto Midi, chassi Mercedes-Benz, fabricados pela Comil, foram adquiridos pela empresa Vipol dentro de um plano de renovação de sua frota, que atualmente é de cerca de 80 carros.

Com a compra, a Vipol torna-se uma das primeiras empresas da região metropolitana entre Guarulhos e São Paulo a utilizar a tecnologia Euro 5, que reduz a emissão de gases poluentes na atmosfera. O investimento também possibilitou um aumento da capacidade de transporte de passageiros com o mesmo número de veículos. Segundo a empresa, alguns micro ônibus foram substituídos pelos modelos da Comil, com espaço 35 passageiros sentados e 27 passageiros em pé.

“Ficamos muito satisfeitos com os novos veículos adquiridos, em especial por causa da carroceria Comil, que possui um ótimo acabamento. Não podemos deixar de destacar o pós-venda que esta sendo de alto nível”, afirma o diretor da Vipol, Sérgio Ruas Camilo, que administra a empresa ao lado do irmão José Manoel Ruas Camilo.

“A Vipol é uma das empresas mais tradicionais da região. Estamos muito contentes com a conquista desse novo parceiro. A Vipol atende uma região que está crescendo muito em decorrência das obras do estádio do Itaquerão, que vai receber a abertura da Copa do Mundo, e nós queremos crescer com eles”, afirma o representante comercial da Comil em São Paulo, Julio Siqueira.

A Comil é uma das principais fabricantes de ônibus do Brasil e anunciou recentemente o investimento em uma nova fábrica na cidade paulista de Lorena, localizada na região do Vale do Paraíba. A fábrica terá a capacidade de produção de 10 ônibus por turno e deverá estar pronta em meados de 2013. Com a nova operação, a Comil elevará em mais de 100% sua capacidade produtiva de veículos urbanos e em 50% sua capacidade total, uma vez que a unidade de Erechim produz 20 carros/dia.







--

Informações para a imprensa: Moglia Comunicação - (51) 3029.3249
Luciana Moglia
lumoglia@moglia.com.br – fone: (51) 9860.4403
Sabrina Silveira
sabrina@moglia.com.br - fone:  (51) 9660.4212 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Campione DD conquista edição nacional do maior prêmio de design dos Estados Unidos


Imagem inline 1

Campione DD conquista edição nacional do maior prêmio de design dos Estados Unidos

O design do Campione DD, desenvolvido pela montadora gaúcha Comil, foi reconhecido no Prêmio IDEA/Brasil 2012, edição nacional do International Design Excellence Awards (IDEA). A empresa foi vencedora na categoria Transportes, com medalha de bronze. O IDEA é um dos mais respeitados prêmios do mundo na área do design, com mais de 30 anos de atuação. 

Esse é o terceiro ano consecutivo que a Comil é premiada no IDEA/Brasil. Em 2011, a montadora conquistou o título com o design da linha Campione. Em 2010, a empresa ganhou destaque devido ao conceito da lanterna modular do modelo Campione. Segundo o supervisor de design Adriano de Quadros, o design do modelo Double Decker foi resultante do trabalho dos profissionais do setor de design, engenharia corporativa e engenharia de desenvolvimento ao longo de 2011. “Esses profissionais fizeram com que o modelo do carro estivesse sob as mais recentes tendências automotivas de qualidade, tecnologia e sofisticação, sendo desenvolvido para atender o transporte de alto padrão”, afirma.

O Campione DD foi lançado pela Comil em janeiro, impulsionado pela aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas, que devem aumentar exponencialmente a demanda por ônibus de turismo de qualidade no Brasil. Internamente, o carro apresenta um novo conceito, com linhas, cores e texturas mais suaves, além de possuir soluções de espaço e ergonomia que proporcionam maior conforto e segurança ao usuário. Já externamente, o veículo se destaca pelos detalhes cromados, que conferem requinte e sofisticação, semelhante aos automóveis de luxo. De encontro com a utilização para turismo e viagens de longa distância, a carroceria é dotada de ampla área envidraçada e teto solar opcional, proporcionando aos primeiros passageiros a perfeita visão da paisagem.





--
Informações para a imprensa: Moglia Comunicação - (51) 3029.3249
Luciana Moglia
Sabrina Silveira
sabrina@moglia.com.br - fone:  (51) 9660.4212                              

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Ônibus: MAN perde participação nas vendas

Mercedes-Benz, Volvo e Iveco crescem

Impactado pelo início do Proconve P7, etapa mais apertada da legislação de emissões para veículos comerciais, oranking de vendas de ônibus teve algumas mudanças entre janeiro e outubro. A ofensiva da Mercedes-Benz resultou em um ganho de quase 2 pontos porcentuais de participação, consolidando a liderança da marca bem a frente da MAN, segunda colocada.
A venda de chassis com a marca da estrela diminuiu 11,4% ao longo de 2012, para 10,8 mil unidades. Ainda assim, a queda é menor do que a do mercado total, que teve retração de 15,3% para 23,8 mil unidades nos período. A companhia garantiu 45,3% de participação, chegando mais perto da meta de voltar a deter 50% das vendas e recuperar o espaço perdido no ano passado.
Na direção contrária, a MAN perdeu expressivos 5,6 pontos de market share nos 10 meses do ano e respondeu por 27,3% das vendas. A montadora, que produz os veículos da Volkswagen, comercializou 6,5 mil chassis, com queda de 29,7%. Alguns negócios fechados no segundo semestre podem ainda não aparecer nos emplacamentos, já que o encarroçamento dos chassis torna a entrega dos veículos demorada.
Um deles é a encomenda de 4 mil ônibus para o programa Caminho da Escola do governo federal. As entregas serão concluídas até janeiro de 2013 e, portanto, parte delas pode aparecer nos licenciamentos até o fim deste ano. A MAN também passou a atuar em um novo segmento em agosto deste ano, com o lançamento de seu chassi articulado de BRT, voltado para corredores de ônibus. As negociações do modelo ainda podem elevar as vendas da companhia nos próximos meses.
A Agrale permanece como terceira colocada no ranking apesar de perder 1,4 ponto de market share e ficar com 11,7% do total vendido no País. As vendas da marca chegaram a 2,7 mil veículos, com retração de 24,3%.
A Volvo teve o maior ganho entre janeiro e outubro e avançou 3 pontos porcentuais em participação, para 6,1%. A empresa saltou da sexta posição em vendas em 2011 para a quarta colocação este ano. Mesmo com a retração do mercado, a companhia elevou suas vendas em 67,4%, para 1,4 mil unidades. Boa parte deste volume corresponde ao primeiro chassi com motor frontal da marca, o B270F.
Além disso, a empresa renovou toda a sua linha de ônibus com o início do Proconve P7. Mais do que atender a legislação, o objetivo da montadora com a nova linha é ganhar mercado. Outro lançamento deste ano foi o chassi híbrido diesel-elétrico, que já teve unidades entregues em Curitiba (PR).
Atrás da marca sueca está a italiana Iveco, como a quinta que mais vende no País. A fabricante, que também tem participação importante nas vendas para o Caminho da Escola, teve 1,3 mil unidades licenciadas no ano, com evolução de 26,8% sobre 2011. A empresa ganhou 1,9 pp de participação e fechou outubro com fatia de 5,7% do mercado.
Em sexto lugar, a Scania ficou estável em relação ao mesmo período do ano passado, com 3,5% de market share. A marca sueca reduziu seus emplacamentos em 17,3%, para 842 unidades.


ranking


Fonte: GIOVANNA RIATO, AB - http://automotivebusiness.com.br/noticia/15558/onibus-man-perde-participacao-nas-vendas

terça-feira, 6 de novembro de 2012

No meio do caminho da Marcopolo, uma revolução


A gaúcha Marcopolo tem uma de suas mais modernas fábricas de ônibus no Egito. Com o objetivo de fornecer para o Oriente Médio, a empresa mantém desde 2008 uma unidade com capacidade de produzir 16 mil ônibus por ano em Suez. No entanto, ao menos por enquanto, a ociosidade da fábrica gira em torno de 95%. Segundo Rubens Pisi, diretor de desenvolvimento e estratégia da Marcopolo, somente 600 unidades saíram da linha de produção no ano passado.
"Como o custo Brasil não permitia mais que exportássemos a preços competitivos, montamos uma fábrica em Suez", explica Pisi. Apesar de ser uma ditadura, a era Hosni Mubarak representava uma aposta relativamente segura para os investidores, já que o ex-presidente, que caiu no fim de 2011 após uma série de protestos populares, tinha boas relações com os Estados Unidos.
Com a escalada da instabilidade, as vendas a partir do Egito caíram mais de 70%. O ano de 2012 foi de "compasso de espera" para a Marcopolo. O executivo conta que o próprio país poderá ser uma fonte de recuperação da unidade. "Eles quase não compraram nada nos últimos três anos. A frota está velha ", diz Pisi. A perspectiva é que a fábrica de Suez opere a 50% da capacidade nos próximos anos. / F.S.

Marcopolo tem produção fechada até o final do ano


Favorecida por medidas do governo federal, a indústria fabricante de carrocerias de ônibus fechará o ano com desempenho positivo. Carlos Zignani, diretor de relações com investidores da Marcopolo, de Caxias do Sul, afirmou que a empresa está com a carteira de pedidos tomada para este ano. Novos pedidos, segundo Zignani, estão sendo programados para 2013. Em razão desta situação, a encarroçadora definiu férias coletivas para o período de 24 de dezembro a 3 de janeiro, acompanhando medida que será tomada pelas principais fabricantes de chassis de ônibus.
O diretor confirma, no entanto, que esta situação deve-se, em essência, ao PAC Equipamentos lançado pelo governo federal no meio do ano para a compra de 8.570 ônibus. A Marcopolo, por meio das suas unidades Volare e Ciferal, fornecerá em torno de 4 mil veículos, que deverão ser entregues até o final deste ano. “As duas fábricas operam no limite da sua capacidade para atender aos pedidos.”
Ele acrescenta que a empresa habilitou-se, em outubro, a fornecer mais 4,1 mil unidades, a partir de janeiro de 2013, em nova compra feita de 8 mil veículos pelo governo federal para o programa Caminhos da Escola. A Volare produzirá 1,5 mil micros e a Ciferal, no Rio de Janeiro, outros 2,6 mil urbanos. Com estes pedidos, as duas unidades têm produção fechada para o primeiro trimestre do ano.
Hoje, a empresa libera os dados econômico-financeiros do terceiro trimestre do ano. Zignani antecipa que o desempenho estará em linha com o que foi projetado, com destaque para o forte aumento de receita com exportações.
Na avaliação do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus, José Antônio Fernandes Martins, o segmento deve fechar este ano com produção total de 36,9 mil unidades. Até setembro, a indústria produziu 24.377 carrocerias de ônibus, em queda de 5% sobre igual período do ano passado.
Para 2013, o presidente da entidade projeta um aumento  de 6% a 7%, atingindo perto de 39 mil veículos. Martins atribui o crescimento às medidas do governo federal de desoneração da folha de pagamento e dos custos da energia elétrica. Além disso, cita a redução dos juros nos financiamentos a 2,5%, associadas com a inclusão do setor no PAC Equipamentos e da expectativa de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Fonte: Jornal do Comércio   http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=73279

Ônibus elétricos já são realidade no Brasil


Desenvolvidos por empresas como a Eletra, ônibus elétricos já circulam em cidades brasileiras . Foto: Divulgação
Desenvolvidos por empresas como a Eletra, ônibus elétricos já circulam em cidades brasileiras 
Foto: Divulgação

Aos poucos, os ônibus elétricos ganham as ruas das cidades brasileiras, especialmente nos grandes centros. Em julho deste ano, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, anunciou que seriam feitos testes na região com um ônibus elétrico chinês - que chegaria ao Brasil em outubro, segundo a TCB, empresa pública de transportes de Brasília - e que modelos similares serão utilizados durante a Copa de 2014, quando já deverá estar instalada uma fábrica do veículo no DF. 
Outros ônibus elétricos também já circulam no Rio de Janeiro, onde a brasileira Tracel, em parceria com a COOPE-UFRJ, desenvolveu um protótipo de ônibus híbrido movido a hidrogênio, e em São Paulo, através da Eletra. Mesmo sem fazer previsões exatas, especialistas da área acreditam que os coletivos que investem em energia limpa devem se tornar cada vez mais comuns no país.
Com 12 anos de experiência no setor de transportes, a Eletra é responsável por desenvolver ônibus elétricos de três tipos: trolebus, híbridos e elétricos puros. Enquanto os primeiros, que já são cerca de 300 em São Paulo e no ABC Paulista, precisam de uma rede de subestações para alimentar seu sistema de tração elétrica e não são poluentes, os híbridos, que já circulam em São Paulo e no ABC paulista com 38 modelos, apesar da tecnologia similar, apresentam emissão de poluentes, em um nível baixo. "O trolebus é cerca de 10 vezes mais barato do que o metrô, e em países como o Brasil, onde a matriz energética é a hidrelétrica, ele tem zero emissão, e é bastante silencioso. Já o nosso híbrido tem emissão de poluição, gerando energia a bordo, através de um gerador, queimando diesel ou álcool para fazer o veículo andar, o que dispensa a rede elétrica necessária ao trolebus, mesmo sendo vinte por cento mais caro que o primeiro", compara o gerente de engenharia da Eletra, Paulino Hiratsuka.
Elétrico puro usa apenas uma bateria
Ainda em fase experimental, o terceiro tipo de ônibus elétrico desenvolvido pela empresa, o elétrico puro, tem como grande diferencial o uso apenas de uma bateria, fabricada de acordo com a necessidade do veículo. "Como não tem autonomia para rodar o dia todo, o elétrico puro precisa de pontos de recarga ao longo do seu trajeto, demandando três horas para recarregar o suficiente para rodar 150 quilômetros. O custo dele é mais alto em relação ao híbrido e ao trolebus, mas esse valor depende muito do tipo de autonomia e bateria utilizadas, e como essa tecnologia não tem demanda comercial ainda, ela é relativamente cara ainda", explica Hiratsuka.
Diferentemente do ônibus híbrido desenvolvido pela Eletra, o protótipo feito em parceria entre a Tracel e a COPPE-UFRJ utiliza cerca de seis quilos de hidrogênio, um combustível não poluente, para 100 quilômetros percorridos, o que reduz a zero o nível de emissões. "O uso de um combustível limpo garante um ganho na combustão interna, e a eficiência na gestão de energia faz com que o sistema consiga reaproveitar boa parte da energia consumida, quando o veículo freia. Além da eficiência, o motor elétrico é bastante resistente, e em relação ao preço, a tendência é que acompanhe o barateamento da própria energia, o que esperamos que aconteça durante o desenvolvimento do projeto", destaca um dos responsáveis pelo desenvolvimento do ônibus pela Tracel, Hugo Miranda.
Apesar de não precisar um período exato para o aumento do número de ônibus elétricos circulando no Brasil, Miranda destaca que o investimento em tecnologias renováveis e limpas tem sido cada vez maior entre as empresas fabricantes de ônibus. "Todas as empresas do setor no mundo estão investindo em projetos com essas soluções, o que deve indicar o caminho a ser seguido pelo setor no futuro", ressalta. O gerente de engenharia da Eletra também acredita no crescimento da frota de veículos elétricos nos próximos anos, especialmente nas grandes cidades. "Nos grandes centros, vai ser insuportável se isso não ocorrer, e as grandes montadoras estão investindo muito; por isso a tendência é o crescimento do número de ônibus elétricos, não em 50% da frota, mas talvez em 10%", estima Hiratsuka.

Comil apresenta benefícios dos compósitos na fabricação de ônibus em feira em SP


Imagem inline 1


Comil apresenta benefícios dos compósitos
na fabricação de ônibus em feira em SP

A Feiplar Composites & Feipur – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia – que ocorre dos dias 6 a 8 de novembro em São Paulo, vai reunir empresas de mais de 30 países interessadas em apresentar novidades na área. Entre elas está a Comil, uma das principais fabricantes de ônibus do Brasil. A montadora vai apresentar alguns benefícios do uso dos compósitos (produtos compostos de dois ou mais materiais, tais como alumíno, fibra de vidro, polipropileno e poliuretano, sob diferentes formas, entre elas, chapas sanduíche), que podem substituir a madeira ou o aço, em estruturas de ônibus, uma novidade no mercado.

Nos últimos anos, a Comil tem investido em pesquisa e desenvolvimento de novos materiais, como os compósitos, para a fabricação de seus veículos. Segundo a supervisora do setor de Eng. de Materiais da Comil, Natalia Kosby dos Santos, este produto é capaz de reduzir o peso dos carros, oferecer melhores propriedades mecânicas, melhor resistência a produtos químicos, água, fungos e bactérias, além de ter capacidade de isolamento acústico e térmico.

“Nesta feira nós vamos apresentar diferentes materiais e quais são as possíveis aplicações nos ônibus”, explica a engenheira. A Comil levará para a feira um ônibus desenvolvido com compósitos para mostrar na prática como podem ser usados no assoalho, na portinhola e no porta pacotes do veículo.

“Nosso objetivo é, daqui alguns anos, oferecer ônibus com ainda maior qualidade, mais leves, sempre pensando no custo benefício para nossos clientes”, afirma o gerente de Engenharia Tiago Zanette.

A Feiplar Composites & Feipur espera receber cerca de 15 mil profissionais durante os três dias do evento. Entre as novidades desta edição estão duas mostras: uma internacional, com aplicações de destaque em todo o mundo, e uma mostra especial que apresentará cases brasileiros de sucesso. O evento ocorre no Pavilhão Verde do Expo Center Norte, em São Paulo.

--
Informações para a imprensa: Moglia Comunicação - (51) 3029.3249
Luciana Moglia
lumoglia@moglia.com.br – fone: (51) 9860.4403
Sabrina Silveira
sabrina@moglia.com.br - fone:  (51) 9660.4212