Modelos receberam novo
painel com display digital e computador de bordo
A Agrale já tem os novos chassis destinados a microônibus e ônibus
médios para atender o Proconve P7, programa de controle de emissões veiculares
que entrará em vigor em janeiro. Os modelos MA 8.7 e MA 15.0 são equipados,
respectivamente, com motorizações Cummins ISF 3.8 e MWM International MaxxForce
4.8 e utilizam o sistema SCR, de redução catalítica seletiva com a injeção em
catalisador do ARLA 32 (Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo).
Pedro Soares, diretor técnico da Agrale, justifica que a tecnologia foi adotada
em razão dos benefícios que proporciona na diminuição de emissões de óxidos de
nitrogênio(NOx) e do consumo de combustível, permitindo que o frotista controle
e gerencie melhor o funcionamento do veículo e a sua manutenção.
“Estamos trabalhando no desenvolvimento da nossa família completa de veículos,
que envolve caminhões, chassis e utilitários, há mais de dois anos. Entre
outras vantagens, o sistema SCR possibilita ao fabricante configurar e
programar a combustão do motor para obter a máxima eficiência, com redução do
material particulado e da fumaça”, explicou o executivo.
“Trabalhamos bastante na definição do melhor posicionamento dos novos
componentes do sistema, na configuração do chassi e na distribuição de peso,
visando ao melhor aproveitamento da carroceria nas aplicações”, salientou
Soares.
O fabricante informa que houve ampliação da eletrônica embarcada, com painel
digital e OBD, sistema de diagnóstico que permite registrar o nível de emissão
de poluentes, diferentes ocorrências no powertrain e falhas, facilitando a
manutenção. O computador de bordo evidencia o consumo instantâneo, médio e por
100 km, além de autonomia e nível de combustível no tanque. Há piloto
automático com programação inteligente e econômica em viagens, e ainda a opção
pelo sistema de rastreamento original de fábrica, que possibilita um melhor
monitoramento da frota.
Chassi MA 8.7
Indicado para operações urbanas em linhas centrais e interurbanas ou
intermunicipais de curta distância, o chassi MA 8.7 promete como principais
diferenciais o menor custo operacional e de aquisição, melhor acessibilidade
aos passageiros e a multifuncionalidade de opções de configuração. Com tamanho
diferenciado e PBT de 8.700 kg, o modelo permite maior agilidade no trânsito que
os ônibus convencionais.
Chassi MA 15.0
Segundo a Agrale, o chassi Agrale MA 15.0 permitem transportar maior número de
passageiros, com mais conforto e segurança do que o micro-ônibus e também
oferece maior agilidade no trânsito urbano que os ônibus convencionais.
Indicado para aplicações urbanas ou intermunicipais de curtas e médias
distâncias, é equipado com motor MWM de 4.8 l, de 190 cv a 2.200 rpm e torque
de 720 Nm. O modelo tem PBT 15.000 kg, distância entre-eixos de 4.300 mm a
5.250 mm e caixa de transmissão Eaton de seis velocidades.
Euro 5
A gaúcha Agrale apresentou nesta quinta-feira, 1º, dois novos chassis
para micro-ônibus e midibus com motorização Euro 5 e pós-tratamento de gases
SCR, dentro dos padrões da legislação Proconve P7, que entra em vigor a partir
de janeiro de 2012 com redução dos limites de emissões de poluentes para
veículos diesel.
Com a nova motorização houve elevação de potência. Com isso o chassi de
micro-ônibus MA 8.5 passou a ser chamado MA 8.7, porque teve a capacidade de
carga aumenta para 8,7 toneladas com o novo motor mais potente Cummins ISF 3.8,
de 152 cv, em substituição ao MWM International Euro 3.
Já o midbus MA 15.0 ganhou a motorização MWM International Maxxforce 4.8 de 190
cv, equipado com novo turbocompressor BorgWarner K16 e também mais potente do
que o motor 4.12 anterior de 185 cv. Nos próximos meses a montadora fará a
apresentação dos demais modelos adaptados às exigências de emissões do P7.
Omnibus significa "para todos" em latim. No Brasil, os transportes coletivos de passageiros são designados "ônibus", termo originado diretamente de "omnibus". Omnibus Gerais nasceu em 2011 e tem como objetivo mostrar raridades, fotos do dia-a-dia, novidades e dicas sobre este fascinante meio de transporte. Seja bem vindo.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Ônibus MAN já roda em testes
Companhia pretende fornecer
veículo para sistemas BRT
A MAN Latin America iniciou este mês os testes do primeiro chassi de ônibus da marca para o mercado brasileiro, o MAN Lion´s City G. O veículo circula na frota da Metra, empresa de transporte coletivo de São Bernardo do Campo (SP), e deve rodar em outras grandes cidades nos próximos dois anos.
O modelo articulado, equipado com o motor D20 da marca, com 360 cv de potência, transporta até 150 passageiros. Segundo a companhia, o veículo possui piso baixo totalmente nivelado, uma tecnologia inédita no País.
Com a novidade, a MAN pretende entrar na briga para fornecer chassis para os sistemas BRT (Bus Rapid Transit), que ganha força no Brasil. Por enquanto, o modelo é importado da Polônia mas a montadora afirma estar em estudo um “ingresso definitivo” no segmento. A fabricante também já anunciou que trará mais um modelo articulado a partir do próximo ano, o VW 26.330 OTA.
O chassi MAN é destaque da montadora na Transpúblico 2011, feira de acontece em São Paulo até 26 de agosto. Outra novidade da empresa no evento é a linha Volksbus 2012 com motores Euro 5.
A MAN Latin America iniciou este mês os testes do primeiro chassi de ônibus da marca para o mercado brasileiro, o MAN Lion´s City G. O veículo circula na frota da Metra, empresa de transporte coletivo de São Bernardo do Campo (SP), e deve rodar em outras grandes cidades nos próximos dois anos.
O modelo articulado, equipado com o motor D20 da marca, com 360 cv de potência, transporta até 150 passageiros. Segundo a companhia, o veículo possui piso baixo totalmente nivelado, uma tecnologia inédita no País.
Com a novidade, a MAN pretende entrar na briga para fornecer chassis para os sistemas BRT (Bus Rapid Transit), que ganha força no Brasil. Por enquanto, o modelo é importado da Polônia mas a montadora afirma estar em estudo um “ingresso definitivo” no segmento. A fabricante também já anunciou que trará mais um modelo articulado a partir do próximo ano, o VW 26.330 OTA.
O chassi MAN é destaque da montadora na Transpúblico 2011, feira de acontece em São Paulo até 26 de agosto. Outra novidade da empresa no evento é a linha Volksbus 2012 com motores Euro 5.
Volvo acelera nacionalização do ônibus híbrido
A Volvo acerta os detalhes para iniciar a produção de seu modelo de ônibus híbrido na fábrica brasileira de Curitiba (PR) em junho do próximo ano. Luis Carlos Pimenta, presidente da divisão do ônibus da companhia para a América Latina, afirma que o projeto está dentro do cronograma e que os dois primeiros protótipos do chassi já saíram das linhas de montagem.
A empresa não especificou qual será o investimento para nacionalizar o modelo, mas afirma que o maior aporte é destinado a engenharia. “Apenas 10% do total será aplicado em manufatura. O restante é destinado às horas de engenharia, com equipes do Brasil e da Suécia”, explica pimenta.
O chassi é uma resposta da Volvo às demandas e projetos para reduzir as emissões de poluentes do transporte coletivo. O modelo trabalha com dois motores em paralelo, um a diesel e outro elétrico, e promete redução de até 35% no consumo de combustível e de 80% a 90% nas emissões.
A empresa não especificou qual será o investimento para nacionalizar o modelo, mas afirma que o maior aporte é destinado a engenharia. “Apenas 10% do total será aplicado em manufatura. O restante é destinado às horas de engenharia, com equipes do Brasil e da Suécia”, explica pimenta.
O chassi é uma resposta da Volvo às demandas e projetos para reduzir as emissões de poluentes do transporte coletivo. O modelo trabalha com dois motores em paralelo, um a diesel e outro elétrico, e promete redução de até 35% no consumo de combustível e de 80% a 90% nas emissões.
Marcopolo vende 502 ônibus urbanos em Manaus
Volvo, Mercedes-Benz e VW fornecerão os chassis
A Marcopolo fornecerá 502 ônibus urbanos para as operadoras de transporte de Manaus (AM). O negócio, um dos maiores do ano, prevê 406 unidades do modelo Torino e 96 do Viale articulado. A maioria dos chassis será fornecida pela Volvo, com algumas unidades da Mercedes-Benz e da Volkswagen.
Os veículos foram adquiridos pelas operadoras City, Coroado, Integração, Líder, Rondônia, São Pedro, Transtol, Vega e Via Verde. A compra faz parte do programa da Prefeitura de Manaus para melhorar o defasado transporte coletivo da cidade.
A Marcopolo fornecerá 502 ônibus urbanos para as operadoras de transporte de Manaus (AM). O negócio, um dos maiores do ano, prevê 406 unidades do modelo Torino e 96 do Viale articulado. A maioria dos chassis será fornecida pela Volvo, com algumas unidades da Mercedes-Benz e da Volkswagen.
Os veículos foram adquiridos pelas operadoras City, Coroado, Integração, Líder, Rondônia, São Pedro, Transtol, Vega e Via Verde. A compra faz parte do programa da Prefeitura de Manaus para melhorar o defasado transporte coletivo da cidade.
sábado, 26 de novembro de 2011
Ônibus Scania ganham novos motores Companhia vendeu 200 chassis para o sistema BRS do Rio de Janeiro
A Scania apresentou na quinta-feira, 25, a linha de ônibus 2012, equipada com os motores da nova plataforma global da companhia que atendem à norma de emissões do Proconve P7. Os propulsores são os mesmos dos caminhões da marca (leia aqui) e prometem aumento da economia e ganho de 9% no torque e de 5% na potência. “Há melhor rendimento por litro de combustível", explica Marcelo Montanha, gerente de ônibus da montadora. Os propulsores comercializados no Brasil são produzidos na fábrica nacional da empresa em São Bernardo do Campo (SP).
A nova plataforma global de 9 a 13 litros substitui motores de 9, 11 e 12 litros. A potência será de 250 cv até 440 cv para chassis da Série K e de 350 cv a 310 cv para os veículos da Série F. Marcelo aponta como uma das principais vantagens dos propulsores é o compartilhamento de diversos componenetes, o que reduz o custo de estoque e o custo de manutenção para os frotistas. "A arquitetura básica também é semelhante a dos modelos anteriores, o que diminui a necessidade de treinamento dos profissionais de reparação", explica Montanha.
A montadora fechou um negócio expressivo com os novos chassis no Rio de Janeiro. Foram vendidas 200 unidades do K 230 4x2 para o Grupo Breda. A companhia que irá utilizá-los no sistema BRS (Bus Rapid Services) de transporte público, que reserva corredores exclusivos para a circulação de ônibus com o objetivo de garantir a fluidez do trânsito. Apesar da segurança de que os novos modelos garantem boa performance aos clientes, a montadora não prevê uma aceleração das vendas no próximo ano, que será de adaptação à nova legislação de emissões. Já para 2011, a expectativa é de quase dobrar as vendas com 1.700 unidades e alta superior a 88% sobre 2010.
O negócio concretizado no Rio de Janeiro consolida a estratégia da montadora de buscar soluções aos clientes, e não apenas negociar a venda de veículos. A companhia contratou o consultor Claudio de Senna Frederico, especializado no planejamento do transporte público, como mais um diferencial de vendas. O especialista participa das negociações para garantir que os clientes cheguem ao produto mais adequado aos seus projetos. "Claro que estamos olhando para a expansão do transporte público necessária para os jogos olímpicos e a Copa do Mundo mas sabemos que as coisas não acabam aí. Temos que pensar além disso", explica Montanha.
Outra aposta da montadora são os chassis equipados com motores a etanol. A tecnologia já foi adquirida por duas empresas que operam no transporte público de São Paulo, Tupi Transportes e Viação Metropolitana, mas perdeu apelo de vendas com a subida do preço do etanol. Montanha, no entanto, lembra que o governo já toma medidas para regular a oferta do combustível e que a situação é temporária. "Temos que oferecer este produto. O etanol é adequado para o mercado brasileiro e os modelos com a tecnologia voltarão a ganhar força assim que os preços se reajustarem", aposta.
A nova plataforma global de 9 a 13 litros substitui motores de 9, 11 e 12 litros. A potência será de 250 cv até 440 cv para chassis da Série K e de 350 cv a 310 cv para os veículos da Série F. Marcelo aponta como uma das principais vantagens dos propulsores é o compartilhamento de diversos componenetes, o que reduz o custo de estoque e o custo de manutenção para os frotistas. "A arquitetura básica também é semelhante a dos modelos anteriores, o que diminui a necessidade de treinamento dos profissionais de reparação", explica Montanha.
A montadora fechou um negócio expressivo com os novos chassis no Rio de Janeiro. Foram vendidas 200 unidades do K 230 4x2 para o Grupo Breda. A companhia que irá utilizá-los no sistema BRS (Bus Rapid Services) de transporte público, que reserva corredores exclusivos para a circulação de ônibus com o objetivo de garantir a fluidez do trânsito. Apesar da segurança de que os novos modelos garantem boa performance aos clientes, a montadora não prevê uma aceleração das vendas no próximo ano, que será de adaptação à nova legislação de emissões. Já para 2011, a expectativa é de quase dobrar as vendas com 1.700 unidades e alta superior a 88% sobre 2010.
O negócio concretizado no Rio de Janeiro consolida a estratégia da montadora de buscar soluções aos clientes, e não apenas negociar a venda de veículos. A companhia contratou o consultor Claudio de Senna Frederico, especializado no planejamento do transporte público, como mais um diferencial de vendas. O especialista participa das negociações para garantir que os clientes cheguem ao produto mais adequado aos seus projetos. "Claro que estamos olhando para a expansão do transporte público necessária para os jogos olímpicos e a Copa do Mundo mas sabemos que as coisas não acabam aí. Temos que pensar além disso", explica Montanha.
Outra aposta da montadora são os chassis equipados com motores a etanol. A tecnologia já foi adquirida por duas empresas que operam no transporte público de São Paulo, Tupi Transportes e Viação Metropolitana, mas perdeu apelo de vendas com a subida do preço do etanol. Montanha, no entanto, lembra que o governo já toma medidas para regular a oferta do combustível e que a situação é temporária. "Temos que oferecer este produto. O etanol é adequado para o mercado brasileiro e os modelos com a tecnologia voltarão a ganhar força assim que os preços se reajustarem", aposta.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Volvo vende 688 chassis de ônibus na Colômbia
A Volvo Bus Latin America acertou a venda de 688 chassis de ônibus na Colômbia em um negócio estimado em US$ 110 milhões. O contrato, maior da companhia no país, atenderá a terceira fase de expansão do Transmilenio, sistema de BRT (Bus Rapid Transit) de Bogotá. Do total adquirido até agora, 90% dos articulados e biarticulados e 70% dos modelos convencionais são da marca.
A próxima etapa do Transmilenio terá quatro eixos troncais, canaletas exclusivas para linhas expressas de ônibus de grande capacidade de transporte. Três delas vão operar exclusivamente com veículos Volvo, 75% do total. As unidades comercializadas pela empresa são equipadas com sistema de gestão de frotas, que permite ao operador acessar os dados do veículo, como tempo de percurso, consumo de combustível e emissão de poluentes.
O sistema BRT de Bogotá tem mais de 100 estações e transporta 1,6 milhão de passageiros diariamente por 266 bairros.
Fonte: automotivebusiness
A próxima etapa do Transmilenio terá quatro eixos troncais, canaletas exclusivas para linhas expressas de ônibus de grande capacidade de transporte. Três delas vão operar exclusivamente com veículos Volvo, 75% do total. As unidades comercializadas pela empresa são equipadas com sistema de gestão de frotas, que permite ao operador acessar os dados do veículo, como tempo de percurso, consumo de combustível e emissão de poluentes.
O sistema BRT de Bogotá tem mais de 100 estações e transporta 1,6 milhão de passageiros diariamente por 266 bairros.
Fonte: automotivebusiness
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Marcopolo projeta encerrar o ano com produção global de 30,2 mil unidades, o que representaria crescimento de 10,5% sobre o volume total de 2010 que foi de 27,5 mil unidades. De acordo com dados divulgados pela empresa na terça-feira, 8, até setembro deste ano sua produção somou 23,2 mil unidades em todo o mundo. Só no terceiro trimestre foram 8,9 mil carrocerias produzidas, 24,6% a mais do que em mesmo período do ano passado. Deste total, o Brasil foi responsável por 5,8 mil unidades.
Em nota, o diretor-geral da Marcopolo, José Rubens de la Rosa, afirma que os pedidos em carteira já programados para o último trimestre de 2011 devem confirmar as expectativas para o ano.
“Cabe ressaltar que os resultados obtidos pela Marcopolo nos últimos anos são fruto de decisões estratégicas que se mostraram assertivas e de um programa de investimentos no montante R$ 330 milhões aplicados em modernização dos equipamentos industriais, no aumento da capacidade instalada e em treinamento e qualificação da mão de obra.”
Para 2012 as perspectivas da empresa são positivas baseadas em fatores que devem aumentar a demanda de ônibus para o mercado brasileiro, como as eleições municipais, o início das aquisições dos ônibus para as linhas BRTs e a ampliação do programa Caminho da Escola, além dos eventos esportivos que o País sediará em 2014 e 2016.
Expansão global
Atualmente, a Marcopolo, com sede em Caxias do Sul, RS, tem dez unidades produtivas em todo o mundo. No Brasil são três, duas em Caxias do Sul e uma no Rio de Janeiro. Na Índia são duas fábricas e uma em cada um dos seguintes países: Argentina, Colômbia, México, Egito e África do Sul. Em 2012 a empresa inicia a produção de carrocerias em sua unidade na China, onde até então fabricava apenas componentes. De lá eles serão exportados para a Rússia e montados sob os chassis Kamaz, com quem a Marcopolo firmou parceria em setembro deste ano.
Em nota, o diretor-geral da Marcopolo, José Rubens de la Rosa, afirma que os pedidos em carteira já programados para o último trimestre de 2011 devem confirmar as expectativas para o ano.
“Cabe ressaltar que os resultados obtidos pela Marcopolo nos últimos anos são fruto de decisões estratégicas que se mostraram assertivas e de um programa de investimentos no montante R$ 330 milhões aplicados em modernização dos equipamentos industriais, no aumento da capacidade instalada e em treinamento e qualificação da mão de obra.”
Para 2012 as perspectivas da empresa são positivas baseadas em fatores que devem aumentar a demanda de ônibus para o mercado brasileiro, como as eleições municipais, o início das aquisições dos ônibus para as linhas BRTs e a ampliação do programa Caminho da Escola, além dos eventos esportivos que o País sediará em 2014 e 2016.
Expansão global
Atualmente, a Marcopolo, com sede em Caxias do Sul, RS, tem dez unidades produtivas em todo o mundo. No Brasil são três, duas em Caxias do Sul e uma no Rio de Janeiro. Na Índia são duas fábricas e uma em cada um dos seguintes países: Argentina, Colômbia, México, Egito e África do Sul. Em 2012 a empresa inicia a produção de carrocerias em sua unidade na China, onde até então fabricava apenas componentes. De lá eles serão exportados para a Rússia e montados sob os chassis Kamaz, com quem a Marcopolo firmou parceria em setembro deste ano.
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