terça-feira, 2 de outubro de 2012

Lançamento da Caio Induscar para a Fetransrio 2012


Lançamento da Caio Induscar para a Fetransrio 2012



  Caio Induscar  por Roberto Marinho - ônibus Expresso 


  Caio Induscar  por Roberto Marinho - ônibus Expresso 
Empresa: Caio Induscar
Sede: Botucatu - SP
Carroceria: Caio Apache Vip III
Chassi: Mercedes-Benz OF-1721 Euro V
Local: Rio de Janeiro - RJ
Créditos: Roberto Marinho de Souza/Ônibus Brasil

Iveco agora tem ônibus para o mercado brasileiro

Montadora vai começar a produzir chassis no início do ano que vem com vendas programadas para junho

Depois de seis anos de estudo, a italiana Iveco Latin America se classifica como competidor no mercado de ônibus no Brasil. A montadora vai lançar o seu chassi com motor dianteiro em meados do próximo ano. No entanto, a produção, segundo o presidente da empresa, Marco Mazzu, será iniciada pelo menos no primeiro trimestre de 2013. A intenção da companhia é dar início às vendas das primeiras unidades com as entregas programadas para o lançamento do chassi.
“Para o chassi com motor dianteiro os investimentos na fábrica não são tão altos. Teremos que investir em uma nova linha de montagem quando concluirmos os estudos para os veículos pesados, os articulados. Este modelo devemos lançar em 2014”, disse Mazzu.
O modelo articulado que está em testes na fábrica da Iveco em Sete Lagoas é o Eurorider, um chassi que já roda no mercado europeu. Aliás, por lá a montadora é a segunda em vendas e fatura R$ 1 bilhão por ano. No ano passado, ela vendeu 8 mil unidades de ônibus na Europa.
“Para esse veículo não teremos que fazer grandes mudanças na estrutura como fizemos no desenvolvimento do chassi com motor dianteiro, mas é a nossa aposta para entrarmos de vez no mercado de ônibus no país. Isso porque, o que mais se vende por aqui é esse tipo de ônibus, cerca de 40% dos negócios", disse o executivo.
A Iveco tem um plano de investimentos de ¤ 1 bilhão entre 2012 a 2014 no mundo e grande parte desses recursos serão aplicados na operação da companhia na América Latina. “Os recursos aplicados no desenvolvimento do chassi de ônibus estão dentro desse plano da companhia”, disse Mazzu.
E a estratégia da Iveco pode ser um pouco tardia. O mercado de ônibus deverá reagir no próximo ano em função das vendas para os sistemas de BRT (Bus Rapid Transit) que estão em implantação nas cidades-sedes da Copa do Mundo. E o que mais se vende para essas capitais são ônibus articulados, modelo que ela somente terá em 2014. Além disso, as empresas de transporte interestadual de passageiros devem realizar encomendas para a renovação da frota em razão da licitação para as linhas interestaduais que deve sair este ano.
“São dois eventos importantes, mas acreditamos que o mercado de ônibus no Brasil e na América Latina deverá ser o dobro do Europeu em dois anos. Além disso, seremos mais uma opção para esse cliente. Hoje, principalmente no Brasil, temos duas grandes marcas que competem nesse segmento.”
A expectativa da Iveco é ter entre 10% e 12% das vendas de chassis de ônibus no país em dois anos . “Para isso, devemos utilizar entre 10% a 20% de nossa capacidade de produção para atender o mercado brasileiro.”
O chassi que vai rodar no Brasil foi totalmente desenvolvido para as características do mercado local. “Podemos trazer outras tecnologias para o país, como híbrido e motor movido a Gás. Estamos estudando e acreditamos que em cinco anos estaremos em todos os segmentos de mercado de ônibus no país.”


FetransRio - Marcopolo amplia portfólio com Audace



Carroceria é opção entre Ideale e Viaggio 900 G7

Audace é opção intermediária do modelo Ideale e topo da gama Viaggio 900 G7
De olho no mercado de fretamento de curta e média distâncias, a Marcopolo amplia seu portfólio com a novacarroceria Audace para aplicação em ônibus rodoviários. Na gama de produtos da encarroçadora, o modelo se posiciona entre os rodoviários Ideale, de entrada, e o Viaggio 900, topo de linha da família G7.

“Percebemos que faltava em nosso portfólio um modelo que atendesse a carência de um produto intermediário, para frotistas e clientes que querem oferecer mais por menos e o Audace veio para suprir essa fatia do mercado”, conta Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo. 

O modelo será oferecido na versão 4x2 com duas opções de chassis: o Mercedes-Benz OF 1721 Euro 5, motor dianteiro, nos comprimentos de 12,7 metros, de 46 ou 49 lugares, 12,1 metros, com 42 ou 45 lugares, e o de 11,5 metros, com 45 lugares. Já a versão com chassi MAN Volkswagen 17230, também Euro 5 e motor dianteiro, virá nas versões de 12,6 metros, com 45 ou 48 lugares, 12,1 metros com 45 lugares ou 11,3 metros, de 41 lugares.

Segundo Corso, há planos de incluir o Audace em carrocerias com motores traseiros, principalmente para o mercado de exportação. “Existe a possibilidade de termos esse produto, com motorização de até 310 cv, mas dependerá da demanda”, explica. 

As faixas de preço da carroceria variam de R$ 170 a R$ 180 mil, enquanto o Ideale custa entre R$ 140 e R$ 180 mil e o Viaggio 900 G7, em torno de R$ 180 a R$ 190 mil. 

O Audace participará apenas do segmento rodoviário, que em 2011 foi responsável pela venda de 2,8 mil unidades na Marcopolo. Segundo Corso, apesar das projeções de retração neste ano, o mercado tende a crescer até 2016. “Em 2012, não há tempo hábil para elevar as vendas, nossos negócios para o mercado de fretamento devem fechar o ano entre 1,3 mil e 1,5 mil unidades, das quais o Audace deva participar com 300 unidades”, projeta. Ele acrescenta que no primeiro ano de vendas do novo chassi deverá haver um movimento de migração dos clientes do Ideale e da linha G7. “O Audace deve sugar as vendas de pelo menos 500 unidades do Ideale e duzentas do G7”, estimou.

Para o mercado de exportações, o Audace foi pensado para alvos como Chile, Uruguai, México e países da América Central. No primeiro ano de vendas, a empresa prevê embarcar entre 300 e 400 unidades. “Com o Audace, esperamos recuperar fatia que era do Andare 850 nestes mercados.”

DESIGN

Por fora, o Audace chama a atenção pelo desenho dos para-brisas e vidros laterais, que ampliam a visibilidade dos passageiros. O conjunto ótico é de LED, nas luzes de direção e de posição da dianteira e nas lanternas integrais e delimitadores, na traseira. Tem como opcional farol de neblina e porta interna que separa motorista do salão de passageiros. Internamente, o veículo traz como novidade a porta In-Swing, que se desloca para a parte interna do veículo, inédita nos produtos da Marcopolo. A iluminação do salão de passageiros e as luzes de leitura também são de LED, enquanto os bancos têm 1,03 metro de largura.

O modelo foi desenhado pela equipe brasileira de engenharia da Marcopolo, localizada em Caxias do Sul (RS) e será apresentado ao público pela primeira vez durante a FetransRio, feira bienal dedicada ao segmento de ônibus, entre 3 e 5 de outubro, no Rio de Janeiro.




Ônibus que poluem 90% menos começam a circular em Curitiba


Hibribus é movido a eletricidade e a biodisel; é o 1º modelo feito no Brasil.
São Paulo também terá 'ônibus ecológico' na frota.

Hibribus polui 90% a menos que os modelos convencionais, que têm somente motor a diesel
(Foto: Ito Cornelsen/ Divulgação Volvo)

A partir de sábado (29), os primeiros ônibus híbridos produzidos no Brasil começam a circular em Curitiba. Os veículos movidos a eletricidade e biodiesel, chamados hibribus, reduzem 90% a emissão de poluentes, na comparação com os ônibus que circulam atualmente, e 35% o consumo de combustível.

Além disso, o hibribus é mais silencioso, não emite ruídos em cerca de 30% do tempo de operação. O modelo é fabricado na unidade da montadora Volvo em Curitiba, a primeira a produzir o hibribus fora da Suécia, sede mundial da marca.
Os ônibus híbridos começaram a ser fabricados no país em junho e foram apresentados, no mesmo mês, na Rio +20, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) realizada noRio de Janeiro, como exemplo de desenvolvimento sustentável. Assim como Curitiba, que terá 30 hibribus circulando ainda este ano, São Paulo também contará com 50 modelos 'ecológicos'.
Ônibus híbridos que começam a circular em Curitiba são os
primeiros produzidos no Brasil 
(Foto: Ito Cornelsen/ Divulgação Volvo)

Tecnologia
O modelo funciona com os dois motores – elétrico e a biodiesel - de forma independente. O elétrico é usado para arrancar o veículo e acelerá-lo até uma velocidade de aproximadamente 20 km/h. A fonte, que fica na parte superior do ônibus, também é utilizada como geradora de energia durante as frenagens.

Já o motor diesel entra em funcionamento em velocidades mais altas. Quando os freios são acionados, a energia de desaceleração é utilizada para carregar as baterias. E quando o ônibus está parado, no trânsito, nos pontos de ônibus ou nos semáforos, o motor diesel fica desligado.

A tecnologia aplicada faz com que o valor dos veículos seja 60% maior que o dos modelos convencionais. Cada hibribus custa R$ 600 mil e tem capacidade total de 80 passageiros, sendo que para 32 pessoas sentadas.

Trajetos em Curitiba
Na capital paranaense, 30 hibribus vão compor a frota atual de 1.915 ônibus. Os dez primeiros vão fazer a linha Interbairros I, que percorre os bairros: Centro Cívico, Juvevê, Alto da Rua XV, Centro, Rebouças, Jardim Botânico, Prado Velho, Água Verde, Batel, Bigorrilho, Mercês, São Francisco e Bom Retiro, a partir de sábado.

Os outros 20 veículos vão substituir os ônibus que fazem as linhas Detran-Vicente Machado, Água Verde-Abranches, Juvevê-Água Verde, e Jardim Mercês-Guanabara. A previsão é de que estes hibribus estajam circulando até o fim de outubro. Além disso, em 2013 mais 30 ônibus 'ecológicos' devem ser incluídos na frota.

De acordo com o diretor de transportes da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), Antonio Carlos Pereira Araujo, responsável pelo transporte da cidade, o usuário terá vantagens ao utilizar o hibribus. "O Interbairros I será integrado ao restante do sistema. Ou seja, o passageiro entra em qualquer outro ônibus, de outra linha, e a partir do momento do pagamento da passagem - com o cartão-transporte - ele tem duas horas para embarcar em um ônibus da linha Interbairros I, sem pagar outra passagem. E vice-versa".

Araujo ainda ressalta que o veículo híbrido compensa pela economia de combustível, por favorecer a ecologia, poluir menos, emitir menos fumaça e fazer menos barulho. "A alternativa de tecnologia compensa o investimento inicial pelos benefícios e depois há um barateamento do produto", comentou Araujo.

Iveco entra no mercado de ônibus do País com modelo executivo


Iveco lançou modelo CityClass nas versões escolar, fretamento e turismo/executivo. Foto: Divulgação


Iveco lançou modelo CityClass nas versões escolar, fretamento e turismo/executivo

A fabricante de veículos pesados do grupo Fiat, Iveco, anunciou nesta segunda-feira entrada no mercado brasileiro de ônibus, com meta de alcançar participação entre 10% e 11% até 2016, brigando com concorrentes como Mercedes-Benz. Para isso, a empresa lançou nesta segunda-feira o modelo CityClass, nas versões escolar, fretamento e turismo/executivo, com novo peso bruto total (PBT) que amplia a participação da marca nos segmentos de micro-ônibus de 7 t e 8 t.
Segundo a empresa, juntos, estes dois segmentos representam 47% do mercado de micro-ônibus no País, cujas vendas atingiram 9,2 mil unidades em 2011. Anteriormente, a Iveco disputava apenas o mercado de 7 t com uma versão escolar do CityClass, vendida por meio de licitações para o programa Caminhos da Escola. Desde 2010, foram comercializadas 4 mil unidades deste produto.

A companhia, que no fim de 2011 lançou no Brasil uma unidade de veículos de defesa e que está renovando sua linha de caminhões extrapesados, afirmou que em meados de 2013 deverá começar a vender chassis de ônibus urbanos voltado para o maior segmento do mercado nacional, de 17 t. No longo prazo, o plano da montadora é atender todos os segmentos do mercado nacional de ônibus.

O anúncio acontece em meio à queda nas vendas de ônibus no País, que de janeiro a agosto acumulam recuo de 9,6%, para cerca de 20 mil unidades. Apesar disso, o diretor de veículos de defesa e ônibus da Iveco, Paolo Del Noce, afirmou que o mercado deve se recuperar em 2013 e seguir crescendo nos anos seguintes. "O mercado brasileiro hoje é maior que o europeu e a América Latina daqui três anos deverá ser duas vezes maior que o da Europa", disse Noce.
Segundo ele, o mercado de ônibus na Europa deve encerrar 2012 com vendas entre 30 mil e 34 mil unidades, enquanto as vendas apenas no Brasil somaram cerca de 35 mil veículos em 2011, lideradas por Mercedes-Benz, Volkswagen e Agrale.

O executivo comentou que apesar da queda prevista de 10% para o mercado de ônibus do Brasil este ano, a expectativa é que ele cresça para cerca de 45 mil unidades ao ano até 2016, impulsionado em parte pela expansão da economia e pelos grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Os ônibus da Iveco serão produzidos na fábrica da empresa em Sete Lagoas (MG), que monta caminhões e comerciais leves da marca Fiat. A unidade tem capacidade total para 70 mil veículos por ano, volume que "já atende nossas necessidades para os próximos anos", disse o presidente da Iveco na América Latina, Marco Mazzu.

Ele não informou valores de investimento na entrada da empresa no mercado de ônibus do Brasil, mas disse que entre 2007 e 2011 o plano de dispêndios da montadora no País estava orçado em R$ 570 milhões.

Segundo Mazzu, a fábrica da Iveco em Córdoba, na Argentina, continuará produzindo chassis de ônibus para a América Latina, enquanto a unidade em Sete Lagoas atenderá a demandas específicas do mercado brasileiro.

Ele afirmou ainda que o mercado de caminhões no Brasil deve sofrer uma queda de 20% nas vendas este ano, mas em 2013 deverá iniciar uma recuperação, subindo 10% sobre 2012. Em 2011, ano recorde para o setor, as vendas de caminhões no país somaram 172,9 mil unidades.

"Estamos vendo sinais de recuperação da economia no Brasil e América Latina... Está havendo uma melhora na velocidade da economia e certo aumento do otimismo", disse o executivo.

Busscar encerra produção e funcionários são liberados em SC

Juiz decreta falência das oito empresas em Joinville, Norte do estado.
Segundo Tribunal de Justiça, cabe apelação a instâncias superiores.

Juiz decreta falência da Busscar (Foto: Busscar/Divulgação)Juiz decreta falência da Busscar (Foto: Busscar/Divulgação)

Na manhã desta sexta-feira (28), a diretoria do Grupo Busscar, em Joinville, reuniu os funcionários para explicar os motivos da falência e o fechamento da empresa. A falência do Grupo, que é composto por oito empresas, foi decretada na tarde de quinta-feira (27) pelo juíz Maurício Cavallazzi Povoas.
A sentença estipulou o prazo de 90 dias anteriores à data de protocolo da ação de recuperação judicial na Justiça, como data inicial da falência. Com a decisão, a empresa já suspendeu todas as atividades.

A partir de agora, fica proibido qualquer ato de disposição ou oneração de bens da empresa sem autorização judicial. O Instituto Rainoldo Uessler foi nomeado para cuidar da administração judicial da falência, que deverá prestar compromisso e apresentar os relatórios necessários. 
O juiz determinou, ainda, o lacre de cinco das empresas do grupo. São elas Busscar Ônibus S.A., Bus Car Investimentos e Empreendimentos Ltda., Buscar Comércio Exterior S.A., Lambda Participações e Empreendimentos S.A., Nienpal Empreendimentos e Participações Ltda.
Ele autorizou a continuação provisória das atividades das empresas Tecnofibras HVR Automotiva S.A., mediante fiscalização do administrador judicial, e da Climabuss Ltda., onde as atividades continuarão por 30 dias. Depois deste prazo, o administrador judicial da falência apresentará relatório indicando a viabilidade ou não da continuidade das atividades. Cabe apelação a instâncias superiores.
O grupo Busscar é composto pelas empresas Busscar Ônibus S.A., Bus Car Investimentos e Empreendimentos Ltda, Buscar Comércio Exterior S.A., Lambda Participações e Empreendimentos S.A., Nienpal Empreendimentos e Participações Ltda., TSA Tecnologia S.A., Tecnofibras HVR Automotiva S.A. e Climabuss Ltda., todas administradas pelos sócios-diretores Claudio Roberto Nielson e Fabio Luis Nielson.




Juiz decreta falência do Grupo Busscar no Norte de Santa Catarina


Grupo é composto por oito empresas em Joinville, Norte do estado.
Segundo Tribunal de Justiça, cabe apelação a instâncias superiores.

Na tarde desta quinta-feira (27), o juiz Maurício Cavallazzi Povoas decretou a falência do Grupo Busscar, em Joinville. A sentença estipulou o prazo de 90 dias anteriores à data de protocolo da ação de recuperação judicial na Justiça, como data inicial da falência. Com a decisão, a empresa já suspendeu todas as atividades.
A partir de agora, fica proibido qualquer ato de disposição ou oneração de bens da empresa sem autorização judicial. O Instituto Rainoldo Uessler foi nomeado para cuidar da administração judicial da falência, que deverá prestar compromisso e apresentar os relatórios necessários. 
O juiz determinou, ainda, o lacre de cinco das empresas do grupo. São elas Busscar Ônibus S.A., Bus Car Investimentos e Empreendimentos Ltda., Buscar Comércio Exterior S.A., Lambda Participações e Empreendimentos S.A., Nienpal Empreendimentos e Participações Ltda.
Ele autorizou a continuação provisória das atividades das empresas Tecnofibras HVR Automotiva S.A., mediante fiscalização do administrador judicial, e da Climabuss Ltda., onde as atividades continuarão por 30 dias. Depois deste prazo, o administrador judicial da falência apresentará relatório indicando a viabilidade ou não da continuidade das atividades. Cabe apelação a instâncias superiores.
O grupo Busscar é composto pelas empresas Busscar Ônibus S.A., Bus Car Investimentos e Empreendimentos Ltda, Buscar Comércio Exterior S.A., Lambda Participações e Empreendimentos S.A., Nienpal Empreendimentos e Participações Ltda., TSA Tecnologia S.A., Tecnofibras HVR Automotiva S.A. e Climabuss Ltda., todas administradas pelos sócios-diretores Claudio Roberto Nielson e Fabio Luis Nielson.