Omnibus significa "para todos" em latim. No Brasil, os transportes coletivos de passageiros são designados "ônibus", termo originado diretamente de "omnibus". Omnibus Gerais nasceu em 2011 e tem como objetivo mostrar raridades, fotos do dia-a-dia, novidades e dicas sobre este fascinante meio de transporte. Seja bem vindo.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Volvo vende 274 ônibus para a Colômbia
Transporte de Bogotá adquiriu 238 unidades a diesel e 36 a diesel
Bogotá trocará aos poucos os ônibus convencionais por elétricos ou híbridos (na foto)
A Volvo vendeu 274 ônibus para o Sitp, sistema de transporte público de Bogotá, na Colômbia. Do total, 204 unidades foram para a para a Etib, Empresa de Transporte Integrado (36 veículos híbridos, 56 convencionais com piso baixo e 112 com piso alto). Outros 70 coletivos convencionais com piso baixo irão para a Massivo Capital.
Os ônibus vão circular em linhas alimentadoras e complementares ao Transmilênio, BRT da cidade. A Etib está trocando a frota atual por ônibus menos poluentes. Os veículos da Massivo Capital vão repor a frota e também circular nas vias de ampliação do transporte. Os modelos convencionais têm tecnologia Euro 5 e são 80% menos poluentes que aqueles em circulação. E os híbridos poluem 50% menos que os modelos Euro 5.
No fim de 2013, Bogotá baixou um decreto pelo qual adota o Plano de Melhoria Tecnológica (Plan de Ascenso Tecnológico) no transporte público que determina a substituição progressiva de veículos a diesel em circulação por outros com zero ou baixa emissão de poluentes. A partir dessa determinação, toda a frota circulante na cidade começa a ser substituída por ônibus com tecnologia Euro 5 ou outras mais limpas, como veículos híbridos e elétricos
Os ônibus convencionais têm capacidade para 80 passageiros. São equipados com transmissão automática e sistema de controle de aceleração que reduz o consumo de combustível e o desgaste das peças, diminuindo emissões e custos operacionais.
Segundo a Volvo, a venda dos híbridos inclui um contrato de manutenção plena e outro de cessão da bateria do motor elétrico, pelo qual a montadora cobra um valor mensal e assume a responsabilidade pelo acumulador de energia, caso haja necessidade de substituição.
Fonte: REDAÇÃO AB http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/20612/volvo-vende-274-onibus-para-a-colombia?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+Automotive+Business+-+2%2F10%2F2014
Mercedes vende 250 chassis de ônibus a Salvador
Empresa também conclui neste mês grande entrega a Vitória
A Mercedes-Benz participará da renovação da frota de ônibus urbanos de Salvador (BA). Dez operadoras compraram 250 chassis Mercedes, 200 do OF 1721 e 50 do OF 1724. A fabricante também fechou um grande contrato com Vitória (ES), onde empresários locais adquiriram 472 chassis, divididos entre o articulado O 500MA e o OF 1721 L com suspensão pneumática.
A entrega termina neste mês e os ônibus passam a operar no começo de 2015. No acumulado até agosto, a Mercedes respondia por 67% das vendas de ônibus urbanos. “Registramos um crescimento de cinco pontos percentuais no nosso market share em relação ao mesmo período de 2013", afirma o diretor de vendas e marketing, Walter Barbosa.
A entrega termina neste mês e os ônibus passam a operar no começo de 2015. No acumulado até agosto, a Mercedes respondia por 67% das vendas de ônibus urbanos. “Registramos um crescimento de cinco pontos percentuais no nosso market share em relação ao mesmo período de 2013", afirma o diretor de vendas e marketing, Walter Barbosa.
Fonte: REDAÇÃO AB http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/20614/mercedes-vende-250-chassis-de-onibus-a-salvador?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+Automotive+Business+-+2%2F10%2F2014
Ônibus que transporta mais de 200 pessoas é testado, mas não deve ser usado em BH
Ônibus biarticulado para até 266 passageiros é testado na capital. Especialista critica planejamento
| Coletivo de 28 metros chamou a atenção na Praça da Estação, mas ainda está longe dos pontos da capital |
Apontado como uma das formas de amenizar a superlotação do Move nos horários de pico em Belo Horizonte, o ônibus biarticulado – modelo que combina duas articulações e três cabines, com capacidade até 53% maior que a de um articulado simples – segue distante do transporte rápido por ônibus (BRT) da cidade. Enquanto o Rio de Janeiro recebe as primeiras 150 unidades para o recém-inaugurado corredor Transoeste, entre a Barra da Tijuca e o aeroporto do Galeão, a BHTrans, que regula o transporte da capital mineira, vem descartando o super-ônibus com até 28 metros de comprimento, pela dificuldade de alinhamento nas atuais dimensões das estações de transferência. A opção por corredores que não comportam o coletivo de alta capacidade é apontada por especialista como um fator que ameaça tornar o sistema de BH saturado em pouco tempo.
Desde domingo, uma unidade de testes do biarticulado, cedido pela marca Volvo, vem fazendo testes na capital. O modelo esbarra, na visão do operador e de especialista, na topografia acidentada de BH. Já a montadora argumenta que o modelo é mais fácil de manobrar do que o convencional, pelo maior número de eixos (quatro, contra três) e menor distância entre as rodas.
A opção do BRT com alta capacidade de transporte (até 266 passageiros, contra 142 do articulado simples) foi descartada pelo presidente da BHTrans, Ramon Victor César. Durante seminário da Associação Nacional de Transportes Urbanos, em agosto, em Brasília, Ramon disse ao Estado de Minas que a BHTrans fez a opção de trabalhar com o articulado simples porque a topografia de BH tem trechos difíceis para alinhar os biarticulados nas estações.
Um dos empresários que avaliou o biarticulado entre o hipercentro e Ribeirão das Neves sustenta que o grande número de conversões no Centro de BH é outro empecilho. “Ao convergirmos na Rua dos Caetés, a traseira ocupou parte da Avenida Paraná.”
A opinião é compartilhada pelo professor e mestre em engenharia de transportes Márcio Aguiar, para quem BH optou por um modelo de BRT de média capacidade. A aplicação do biarticulado, segundo ele, só seria possível a partir do alargamento das faixas exclusivas do hipercentro. Outras intervenções necessárias são adequações nas estações e no pavimento.
Para o especialista, BH improvisou um sistema cuja demanda estará saturada em três ou quatro anos, diferentemente do Rio e Curitiba, onde as vias foram projetadas para receber o transporte rápido por ônibus. “O Rio de Janeiro já trabalha com um sistema multimodal, com vários quilômetros de metrô subterrâneo, trem, ônibus e o BRT elevado. O biarticulado sofre muito com o tráfego misto. Para rodar em BH ele precisaria de mais largura e raio de curvatura.”
A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas declarou em nota que não há previsão para o uso de biarticulados no sistema metropolitano e que “a demanda atual é suprida pelos modelos utilizados até o momento”. A BHTrans não se pronunciou sobre a viabilidade futura de adoção do sistema até o fechamento desta edição.
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/10/01/interna_gerais,574625/onibus-que-transporta-mais-de-200-pessoas-e-testado-mas-nao-deve-ser-usado-em-bh.shtml
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