Veiculo da empresa Treviso na divisa Contagem-Belo Horizonte-MG
Omnibus significa "para todos" em latim. No Brasil, os transportes coletivos de passageiros são designados "ônibus", termo originado diretamente de "omnibus". Omnibus Gerais nasceu em 2011 e tem como objetivo mostrar raridades, fotos do dia-a-dia, novidades e dicas sobre este fascinante meio de transporte. Seja bem vindo.
sábado, 16 de junho de 2012
Marcopolo leva Viale BRT híbrido à Rio+20
Protótipo incorpora estágio avançado de tecnologia
Ônibus Viale BRT híbrido, da Marcopolo, em exposição na Rio+20
A Marcopolo apresenta na Rio+20 o primeiro modelo Viale BRT com tração híbrida biodiesel/elétrica. O veículo, em fase de protótipo, estará no estande da cidade de Curitiba na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que se realiza de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.
Paulo Corso, diretor comercial da Marcopolo para o mercado brasileiro, explica que o projeto do Viale BRT Híbrido é baseado na tendência internacional de pesquisa por alternativas que permitam a mobilidade veicular com preservação do meio ambiente. Para ele, o veículo representa o mais avançado estágio da tecnologia híbrida, equipado com conjunto propulsor, formado por um motor elétrico de 160 cv de potência, baterias de íon de lítio e motor diesel/biodiesel de 215 cv. Os propulsores estão instalados na traseira do veículo, contribuindo para melhor distribuição de pesos e conforto dos passageiros.
“O arranque é feito pelo motor elétrico até a velocidade de 20 km/h, com energia fornecida pelas baterias de lítio. Depois disso, o ônibus funciona em paralelo com o motor a diesel e o elétrico em sintonia. A energia para o elétrico é fornecida pelo sistema de regeneração dos freios e ainda pelo gerador interno acoplado no próprio motor elétrico. A cada parada do ônibus, em semáforos ou em pontos, o motor diesel se desliga automaticamente, religando somente após o veículo alcançar velocidade maior que 20 km/h”, explica Corso.
Com 12,4 metros de comprimento, o Viale BRT Híbrido tem capacidade para transportar 76 passageiros, sendo 27 sentados e 49 em pé. “Diversos estudos mundiais indicam a necessidade de utilização de ônibus modernos, confortáveis, silenciosos, eficientes e que gerem o mínimo possível de custos e de impactos ao meio ambiente. O Viale BRT Híbrido proporciona todos estes atributos para os usuários”, destaca Corso.
Ônibus híbrido da Volvo circulará com 100% de biodiesel em Curitiba
Primeiras 30 unidades começam a rodar em agosto
Este mês a Volvo iniciou a produção em série de seu chassi de ônibus híbrido na fábrica nacional de Curitiba (PR). As primeiras 60 unidades do modelo já estão vendidas e vão circular no transporte público da capital paranaense. Metade desse total será entregue no fim do próximo mês de agosto, depois de receberem a carroceria Viale BRT da Marcopolo. O restante começa a rodar na cidade apenas em março de 2013.
O modelo diesel-elétrico é destaque na Rio+20, Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustenatável. Na quinta-feira, 14, a primeira unidade nacional do veículo foi apresentada no espaço da Prefeitura de Curitiba no evento. A iniciativa comprova a importância do projeto e o compromisso da cidade com o transporte sustentável.
O prefeito do município, Luciano Ducci, anunciou no evento que as unidades que circularão na capital paranaense serão 100% abastecidas com biodiesel de soja produzido pela gaúcha BS Bios. O combustível já é usado desde 2009 no transporte coletivo de Curitiba em uma frota de 32 ônibus articulados batizada de Linha Verde, utilizada por cerca de 80 mil pessoas diariamente. A intenção é que até o fim do ano esse volume seja ampliado para 40 veículos.
Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America, reconhece que adaptar o chassi híbrido para rodar com o biocombustível foi um desafio. A empresa investiu US$ 20 milhões para nacionalizar o modelo. Desse total, apenas 10% foi aplicado em manufatura e adequação da fábrica. O restante dos gastos foi destinado à área de engenharia. “Levamos quase um ano em horas de engenharia para adaptar o chassi”, revela. Segundo ele, o trabalho foi liderado pela equipe brasileira em parceria com o time da matriz Sueca.
Entre as principais mudanças, Pimenta destaca os filtros de combustíveis e a regulagem do motor. Inicialmente o ônibus híbrido terá cerca de 55% de conteúdo nacional, mas esse índice deve subir. A partir de 2013 o câmbio automatizado I-shift, que hoje é importado, começa a ser fabricado no Brasil. O motor elétrico, a bateria de íons de lítio e o inversor de frequência, no entanto, continuarão vindo da Europa.
EVOLUÇÃO
A Volvo nem concluiu o lançametno do ônibus híbrido no mercado nacional e já programa evoluções do modelo, que até 2016 deverá contar com versões articulada e biarticulada, além do chassi 4x2. O avanço mais importante, no entanto será o aumento da eletrificação. “Queremos chegar a 65% de economia de combustível na comparação com a versão Euro 3 apenas a combustão”, revela Pimenta. O modelo atual promete reduzir o consumo em 35% e as emissões de gases do efeito estufa em 90%.
Para atingir o objetivo, a intenção da montadora é aumentar a participação do motor elétrico. O sistema é responsável por fazer a propulsão do modelo até a velocidade de 20 quilômetros por hora. A partir daí o motor a diesel entra em ação. Em uma versão futura, o veículo deve alcançar velocidades maiores utilizando apenas o sistema zero emissão.
APOSTA NO HÍBRIDO
O início da operação do ônibus híbrido da Volvo é uma aposta de Curitiba, que quer se destacar no transporte sustentável. A cidade investiu R$ 26 milhões na compra das primeiras 60 unidades e não pretende parar por aí. Depois de avaliar a performance do modelo na cidade, a intenção é investir em mais veículos apesar do preço cerca de 50% mais alto na comparação com um modelo convencional do mesmo porte, em torno de R$ 650 mil já encarroçado.
Marcos Valente Isfer, presidente da Urbs, que administra as empresas de transporte coletivo de Curitiba, aponta que alguns incentivos suavizaram a diferença de preço. Um deles é o BNDES/Finame especial para modelos elétricos e híbridos, que financia o valor total do bem com prazo de 12 anos e taxa de 5% ao ano. Outra vantagem é o custo operacional. “A Volvo vai se responsabilizar por toda a manutenção da bateria, que era a nossa maior insegurança. Se tivermos algum problema eles trocam sem custo adicional”, conta.
A companhia decidiu não vender o componente, o que encareceria demais o preço dos chassis. “Dessa forma também nos responsabilizamos pela logística reversa”, explica Pimenta, presidente da empresa. Segundo ele, a fábrica paranaense terá uma área de remanufatura. O executivo estima que a duração média da bateria seja de cinco anos.
Isfer também espera atrair novos usuários para neutralizar o preço mais alto pago pelo novo veículo sem precisar aumentar a tarifa. “O transporte público vai ficar mais atrativo. O modelo é mais confortável, menos barulhento. As pessoas vão notar a diferença”, acredita. O veículo ecológico vai circular em cinco linhas que têm trânsito mais pesado. Dessa forma, o aproveitamento do motor elétrico é maior. Quando entregues, os 60 ônibus vão transportar 20 mil pessoas por dia.
Em 2013 a Volvo pretende produzir até 350 unidades do chassi híbrido. A intenção é elevar os volumes e alcançar reduções nos preços à medida que a demanda evoluir. Pimenta garante já estar em estágio avançado de negociação com a cidade de São Paulo. Há também boas possibilidades de concretizar vendas no Rio Grande do Sul e em Bogotá, na Colômbia.
O modelo diesel-elétrico é destaque na Rio+20, Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustenatável. Na quinta-feira, 14, a primeira unidade nacional do veículo foi apresentada no espaço da Prefeitura de Curitiba no evento. A iniciativa comprova a importância do projeto e o compromisso da cidade com o transporte sustentável.
O prefeito do município, Luciano Ducci, anunciou no evento que as unidades que circularão na capital paranaense serão 100% abastecidas com biodiesel de soja produzido pela gaúcha BS Bios. O combustível já é usado desde 2009 no transporte coletivo de Curitiba em uma frota de 32 ônibus articulados batizada de Linha Verde, utilizada por cerca de 80 mil pessoas diariamente. A intenção é que até o fim do ano esse volume seja ampliado para 40 veículos.
Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America, reconhece que adaptar o chassi híbrido para rodar com o biocombustível foi um desafio. A empresa investiu US$ 20 milhões para nacionalizar o modelo. Desse total, apenas 10% foi aplicado em manufatura e adequação da fábrica. O restante dos gastos foi destinado à área de engenharia. “Levamos quase um ano em horas de engenharia para adaptar o chassi”, revela. Segundo ele, o trabalho foi liderado pela equipe brasileira em parceria com o time da matriz Sueca.
Entre as principais mudanças, Pimenta destaca os filtros de combustíveis e a regulagem do motor. Inicialmente o ônibus híbrido terá cerca de 55% de conteúdo nacional, mas esse índice deve subir. A partir de 2013 o câmbio automatizado I-shift, que hoje é importado, começa a ser fabricado no Brasil. O motor elétrico, a bateria de íons de lítio e o inversor de frequência, no entanto, continuarão vindo da Europa.
EVOLUÇÃO
A Volvo nem concluiu o lançametno do ônibus híbrido no mercado nacional e já programa evoluções do modelo, que até 2016 deverá contar com versões articulada e biarticulada, além do chassi 4x2. O avanço mais importante, no entanto será o aumento da eletrificação. “Queremos chegar a 65% de economia de combustível na comparação com a versão Euro 3 apenas a combustão”, revela Pimenta. O modelo atual promete reduzir o consumo em 35% e as emissões de gases do efeito estufa em 90%.
Para atingir o objetivo, a intenção da montadora é aumentar a participação do motor elétrico. O sistema é responsável por fazer a propulsão do modelo até a velocidade de 20 quilômetros por hora. A partir daí o motor a diesel entra em ação. Em uma versão futura, o veículo deve alcançar velocidades maiores utilizando apenas o sistema zero emissão.
APOSTA NO HÍBRIDO
O início da operação do ônibus híbrido da Volvo é uma aposta de Curitiba, que quer se destacar no transporte sustentável. A cidade investiu R$ 26 milhões na compra das primeiras 60 unidades e não pretende parar por aí. Depois de avaliar a performance do modelo na cidade, a intenção é investir em mais veículos apesar do preço cerca de 50% mais alto na comparação com um modelo convencional do mesmo porte, em torno de R$ 650 mil já encarroçado.
Marcos Valente Isfer, presidente da Urbs, que administra as empresas de transporte coletivo de Curitiba, aponta que alguns incentivos suavizaram a diferença de preço. Um deles é o BNDES/Finame especial para modelos elétricos e híbridos, que financia o valor total do bem com prazo de 12 anos e taxa de 5% ao ano. Outra vantagem é o custo operacional. “A Volvo vai se responsabilizar por toda a manutenção da bateria, que era a nossa maior insegurança. Se tivermos algum problema eles trocam sem custo adicional”, conta.
A companhia decidiu não vender o componente, o que encareceria demais o preço dos chassis. “Dessa forma também nos responsabilizamos pela logística reversa”, explica Pimenta, presidente da empresa. Segundo ele, a fábrica paranaense terá uma área de remanufatura. O executivo estima que a duração média da bateria seja de cinco anos.
Isfer também espera atrair novos usuários para neutralizar o preço mais alto pago pelo novo veículo sem precisar aumentar a tarifa. “O transporte público vai ficar mais atrativo. O modelo é mais confortável, menos barulhento. As pessoas vão notar a diferença”, acredita. O veículo ecológico vai circular em cinco linhas que têm trânsito mais pesado. Dessa forma, o aproveitamento do motor elétrico é maior. Quando entregues, os 60 ônibus vão transportar 20 mil pessoas por dia.
Em 2013 a Volvo pretende produzir até 350 unidades do chassi híbrido. A intenção é elevar os volumes e alcançar reduções nos preços à medida que a demanda evoluir. Pimenta garante já estar em estágio avançado de negociação com a cidade de São Paulo. Há também boas possibilidades de concretizar vendas no Rio Grande do Sul e em Bogotá, na Colômbia.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Ônibus para o BRT são apresentados pela BHTrans
O BRT é um moderno sistema de transporte de alta capacidade, empregado em grandes cidades do mundo
LUCAS PRATES
Com características similares ao metrô, mas economicamente mais viável
A BHTrans apresentou na manhã desta quarta-feira (13), em sua sede no bairro Buritis, três ônibus articulados, cujas especificações técnicas serão analisadas para utilização pelo Sistema Rápido por Ônibus (BRT) em Belo Horizonte.
O BRT é um moderno sistema de transporte de alta capacidade, empregado em grandes cidades do mundo como Pequim (China), Joanesburgo (África do Sul), Bogotá (Colômbia) e Los Angeles (Estados Unidos).
Com características similares ao metrô, mas economicamente mais viável, os veículos do BRT são rápidos e possuem capacidade de transporte de passageiros quase três vezes maior do que os ônibus convencionais.
A capital terá 200 ônibus articulados, que vão circular nas avenidas Pedro I, Antônio Carlos e Cristiano Machado e Área Central. Esses corredores de tráfego contarão com 41 estações de transferência para embarque e desembarque dos usuários, sendo 25 estações ao longo das avenidas Antônio Carlos/Pedro I e Vilarinho, 10 na Cristiano Machado e seis na Paraná e Santos Dumont.
O Sistema BRT possui estações de transferência ao longo do itinerário de forma a permitir a cobrança externa da tarifa e embarque em nível, agilizando os tempos de embarque/desembarque; sistemas de controle informatizados, permitindo o acompanhamento da operação em tempo real; informação ao usuário em tempo real e circulação em vias exclusivas, minimizando as interferências com o tráfego geral.
Além da redução nos tempos de espera, os ônibus do BRT vão oferecer mais conforto, confiabilidade e segurança e menor custo de implantação por quilômetro — cerca de 10% do custo de implantação do metrô.
Reportagem MG TV
Brasil detém tecnologia para construir ônibus elétrico
O Brasil está no rol de países que dispõem da tecnologia para o ônibus elétrico. Uma parceria entre a Coppe/UFRJ e a empresa brasileira Tracel desenvolveu um ônibus híbrido movido a hidrogênio e energia elétrica, com capacidade para 70 passageiros.
Mais silencioso que os movidos a diesel, o ônibus dispõe de internet sem fio e tomadas para que passageiros possam carregar seus aparelhos eletrônicos.
O veículo, cuja a tecnologia é 100% brasileira, tem custo estimado em R$ 1 milhão e autonomia para rodar por 500 km com o "tanque" cheio. O hidrogênio é usado para colocar o automóvel em movimento enquanto a energia garante a manutenção da velocidade.
O protótipo é uma atualização de um modelo lançado pela Coppe em 2010. De acordo com o diretor-executivo da Tracel, José Lavaquial, a tecnologia já está pronta para ser vendida para empresas de transporte urbano ou fabricantes de ônibus.
"Houve melhorias de autonomia em relação ao primeiro modelo. Já estamos em contato com empresas interessadas."
Segundo o professor do Laboratório de Hidrogênio da Coppe, Paulo Emílio de Miranda, o veículo não emite nenhuma partícula de carbono.
O ônibus, disse ele, utiliza cinco quilos de hidrogênio para cada 100 km percorridos. Segundo a Tracel, o custo do hidrogênio é de US$ 6 por quilo --ou US$ 15 para cada 100 quilômetro. Ainda não há, porém, postos de abastecimento e fornecimento em larga escala do combustível.
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Nova empresa de ônibus começa a circular pelas ruas de Petrolina
Uma nova empresa de ônibus começa a funcionar a partir desta sexta (15) em Petrolina, Sertão de Pernambuco. A VIVA Petrolina vem para abarcar as linhas que eram atendidas anteriormente pelas empresas Menina Morena e Vale do Sol. Inicialmente serão atendidas as linhas João de Deus, Circular e São Gonçalo. De acordo com o cronograma da nova empresa, começam os trabalhos 18 ônibus que têm idade entre três e qautro anos. A pesrceptiva é de que em setembro, a cidade receba 25 ônibus zero quilômetro.
“Vamos chegar a 43 ônibus. Estávamos apenas esperando ter a concessão liberada pela prefeitura , para que pudéssemos encomendar novos ônibus. Mas a população não podia esperar 90 dias, que é o prazo estipulado de entrega, então resolvemos começar a operar com estes ônibus que têm entre três e quatro anos de uso”, enfatiza um dos sócios da Viva Petrolina, Rafael Pires.
O empresário adiantou ainda que deve ser implantado em Petrolina, o sistema de bilhetagem integrada. “Estamos fazendo estudos junto a EPTTC(Empresa Petrolinense de Trânsito e Trasnporte Coletivo) sobre a reformulação das linhas e com a ideía de implantar a partir de julho, o Bilhete Integrado de Petrolina (BIP), ou seja, com um bilhete a pessoa poderá pegar dois ônibus sem ter que pagar duas vezes. Com certeza, será um instrumento de melhoria”, pontua Pires. “Somos uma empresa que trabalha há muito tempo nesse mercado, já atuamos no Recife e agora vamos concentrar forças em Petrolina porque acreditamos no desenvolvimento dessa região”, complementa.
Para o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, a expectativa é de que os serviços prestados na área do transporte coletivo possam melhorar. “Os atrasos, as condições dos ônibus, algumas áreas não cobertas de forma eficiente se configuravam como uma das maiores queixas na nossa cidade. Queremos fortalecer o transporte público. O cidadão que é usuário desse serviço merece respeito.O sistema de transportes de Petrolina se deteriorou muito nos últimos anos e, por isso, realizamos um estudo no sistema para buscar alternativas para Petrolina. No início do governo, mudamos o sistema das agrovilas, priorizando o sistema de transporte de vans e agora estamos contratando esta empresa”.
A estudante Juliana Albuquerque, 25, torce para que a nova empresa cumpra com as promessas. “Quem anda de ônibus em Petrolina sabe que muita coisa precisa melhorar, começando pelo cumprimento dos horários. Já perdi a conta de quantas vezes cheguei atrasada na faculdade porque o ônibus não passava na média de horário correta”, frisa.
Para a comerciária Ana Júlia Silva, a entrada dessa nova empresa é algo positivo, no entanto, ela espera que a EPTTC de fato fiscalize e cobre a aquisição de novos ônibus. “Olha, no começo tudo é muito bacana. O que a gente quer mesmo é que todas as promessas de melhoria se tornem realidade. E se a empresa se comprometeu a comprar ônibus novos, que de fato faça isso”.
Além da Viva Petrolina, a cidade conta com os serviços da empresa Joalina.
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