quinta-feira, 19 de abril de 2012

Linha 103 Contagem























Linha: 103 PARQUE SÃO JOÃO/AMAZONAS
Empresa: CONSÓRCIO SUL
Ponto Final: Rua Guarupi
Ponto Retorno: Rua Três
Tarifa: R$ 2,70

Horário Normal



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OBSERVAÇÕES:
A viagem de 20:30 deverá atender o CD-Araújo na volta do Bairro Amazonas. A viagem de 22:10 deverá atender o CD-Araújo com destino ao metrô partindo do Parque São João.

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OBSERVAÇÕES:
As viagens de 15:00, 18:30, 21:15 e 22:10 deverão atender o CD-Araújo com destino ao metrô partindo do Parque São João.

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OBSERVAÇÕES:
A viagem de 15:00 deverá atender o CD-Araújo com destino ao metrô partindo do bairro Parque São João. A viagem de 20:15 deverá atender o CD-Araújo na volta do bairro Amazonas.

Itinerários



Itinerário de Ida - Vigência em 14/02/2012Itinerário de Volta - Vigência em 14/02/2012
Rua Guarupi (Rua 16)
Rua 11
Rua das Indústrias
Rua Jaguará
Ave Dr. Guilhermino de Oliveira
Rua Possuá
Pça Nossa Senhora da Conceição
Av. Dr. Cincinato Cajado Braga
Pça Paulo Pinheiro Chagas
Ave João César de Oliveira
Ave José Faria da Rocha
Rua Delfim Moreira
Ave Mal. Costa e Silva
Rua Jequitibás
- Metrô
Rua Angicos
Ave José Faria da Rocha
Rua Delfim Moreira
Ave Mal. Costa e Silva
Rua Hermes da Fonseca
Ave  Mal. Castelo Branco
Ave Gal. David Sarnoff
Pça Papa João XXIII (Pça B)
Ave Cardeal Eugênio Pacelli
Rua Antônio Gonçalves Neto
Ave Babita Camargos
Pça Antônio Mourão Guimarães (Pça Cemig)
Ave Cardeal Eugênio Pacelli
Rod Fernão Dias
Ave Cel. Jove Soares Nogueira
Ave Alvarenga Peixoto
Rua Rio Madeira
Rua Japurá
Rua Rio Negro
Ave Maria da Glória
Rua Amapá
Rua Japurá
Rua Maria Margarida
Rua Santa Maria
Pça Santa Maria
Rua Maria Inês
Rua Filemon de Matos
Rua Rui de Carvalho
Rua das Perpétuas
Ave Industrial
Rua Maria Inês
Pça Santa Maria
Rua Maria Rita
Rua Um
Rua Três
Rua 4
Rua 6
Rua Santa Maria
Rua Maria Margarida
Rua Japurá
Rua Amapá
Ave Maria da Glória
Rua Rio Negro
Rua Japurá
Rua Rio Madeira
Ave Alvarenga Peixoto
Rua Tereza Gonçalves
Rua Manoel Gonçalves
Ave Gal. David Sarnoff
Ave Cardeal Eugênio Pacelli
Rua Osório de Morais
Ave Babita Camargos
Pça Antônio Mourão Guimarães (Pça da CEMIG)
Ave Cardeal Eugênio Pacelli
Pça Papa João XXIII (Pça B)
Ave Gal. David Sarnoff
Ave Mal. Castelo Branco
Rua Delfim Moreira
Ave Mal. Costa e Silva
Rua Jequitibás
- Metrô
Rua Angicos
Ave José Faria da Rocha
Ave João César de Oliveira
Pça Paulo Pinheiro Chagas
Ave Dr. Cincinato Cajado Braga
Pça Nossa Senhora da Conceição
Rua Possuá
Ave Dr. Guilhermino de Oliveira
Rua Jaguará
Rua das Indústrias
Rua 11
Rua Francisco Alves
Rua Guaxupé (Rua 5)
Rua Quatro
Rua Três
Rua Guarupi (Rua 16)










quinta-feira, 12 de abril de 2012

Comil apresenta micro-ônibus para transporte de pacientes a autoridades do Alto Uruguai em Erechim



O veículo, chamado Piá Saúde, é o único que está dentro do exigido pela legislação para o transporte de pacientes de baixo risco
 
A Comil reuniu cerca de 60 pessoas, entre Secretários de Saúde e Prefeitos da região do Alto Uruguai e associados da AMAU (Associação de Municípios do Alto Uruguai), em um jantar de apresentação do micro-ônibus Piá Saúde nessa terça-feira (28/2). O veículo, desenvolvido com apoio técnico de pesquisadores e profissionais da área da saúde, é o único que está adequado à legislação vigente para o transporte de pacientes de baixo risco. O evento ocorreu no Polo de cultura do Parque da ACCIE, em Erechim.
 
Segundo o Gerente de Administração de Vendas da Comil, João Luis Souza Amado, as expectativas de comercialização do ônibus são promissoras. “O Piá Saúde é uma opção para as administrações municipais, que optaram por adquirir o veículo tecnicamente adequado, dentro das normas para transporte de pacientes, trazendo mais qualidade e segurança ao atendimento de saúde pública”. 
 
O veículo começou a ser elaborado pela Comil em 2009 com objetivo de atender as normas de órgãos da saúde pública, tais como OMS (Organização Mundial de Saúde), ANVISA (Agência Nacional da Vigilância Sanitária), Ministério da Saúde, DETRANs (Departamentos de Trânsito) e outros.
 
Como resultado, o Piá Saúde é ideal para transportar até 18 pacientes de baixo risco sentados, com doenças crônicas ou deficiências múltiplas. O carro oferece toda a infra-estrutura exigida pelas normas técnicas, principalmente aquelas voltadas à higienização da Cabine de Condução - local da tripulação (motorista e Técnico de Saúde) - e da Célula Sanitária (local dos pacientes). O carro também foi concebido com a melhor tecnologia de controle de propagação de bactérias já usada no país. 
 
O veículo também é equipado com dispositivos de alta tecnologia que aliam conforto, higiene, acessibilidade e segurança, atendendo a normas para pacientes com mobilidade reduzida e deficiências físicas. São disponibilizados, ainda, circuladores de ar, ar condicionado, microfone no painel do motorista e outros componentes de segurança para a tripulação e pacientes. 

Mercedes-Benz quer reduzir plataformas de ônibus

Meta é compartilhar cinco módulos no mundo 





Mercedes-Benz trabalha para nos próximos anos reduzir a apenas cinco o número de plataformas globais de ônibus. Ao mesmo tempo, a fabricante quer aumentar a quantidade de produtos em seu portfólio. Apesar de parecer antagônicas, as duas metas caminham na mesma direção, segundo Christian Flecksteiner, diretor de desenvolvimento de ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “É possível, porque podemos compartilhar diversos elementos em diferentes chassis de 12 a 50 toneladas. A partir de uma plataforma fazemos adaptações para atender a diferentes mercados”, diz. 

O Brasil tem papel fundamental nessa estratégia, pois funciona no País o único dos três centros mundiais de desenvolvimento tecnológico fora da Alemanha. “O CDT brasileiro é nossa referência global em chassis, pois nos outros dois projetamos ônibus completos, com a carroceria, que aqui é montada sobre o chassi por empresas encarroçadoras”, diz Flecksteiner. “Aqui projetamos chassis que vão rodar diversos países, como Índia e Turquia.” 

Ele conta que a entrada em vigor, em janeiro passado, da nova etapa do programa brasileiro de controle de emissões de poluentes para motores diesel, o Proconve P7, também foi uma oportunidade para reduzir o número de plataformas de ônibus. A Mercedes-Benz aproveitou o P7 para renovar toda sua linha de produtos este ano. Desde 2007, quando chegou ao CDT de São Bernardo do Campo (SP), Flecksteiner vem trabalhando na redução de módulos e multiplicação de produtos. 

O primeiro grande projeto foi o desenvolvimento dos enormes chassis articulados O 500 MDA (foto) e UDA, com 23 metros de comprimento e quatro eixos, dois no primeiro “vagão” do ônibus e dois no segundo, sendo um deles direcional, para facilitar manobras. O veículo usa o mesmo motor de 354 cavalos do modelo articulado menor de três eixos da Mercedes, mas pode levar mais de 200 passageiros, aumentando a eficiência operacional. “É um produto inédito em nossa linha, que consumiu boa parte dos esforços nos últimos anos. Desenvolvemos um veículo avançado tecnologicamente, que amplia a oferta de modelos para aproveitar a expansão dos corredores BRT no País, que devem crescer nos próximos anos”, avalia, lembrando-se das obras de infraestrutura esperadas para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 nos Rio de Janeiro.

Flecksteiner conta que, atualmente, os 250 profissionais do CDT brasileiro dedicados ao desenvolvimento de ônibus trabalham em dez projetos em curso. Até o fim deste ano mais três modelos devem estar finalizados. 

O mercado latino-americano de ônibus tem grande importância para a estratégia comercial da Mercedes-Benz nesse segmento. Dos 310 mil ônibus acima de 8 toneladas vendidos no mundo todo no ano passado, 46,8 mil foram comprados em países da América Latina, sendo que metade deles tem chassis da marca alemã. 

Motoristas de ônibus testam novo sistema BRT na Transoeste, no Rio


Novo ônibus tem quase 19 metros de comprimento.Primeiro BRT do Rio deve entrar em operação em maio.






Começaram nesta quarta-feira (7) os testes com os motoristas de ônibus que vão operar o sistema de ônibus articulado, o BRT (Bus Rapid Transit), e circular pelo corredor viário Transoeste, que vai ligar a Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O primeiro BRT da cidade deve entrar em operação em maio.
Até mesmo para motoristas experientes, dirigir um ônibus com quase 19 metros de comprimento é um desafio. É preciso habilidade para parar nas estações. A distância entre o ônibus e a plataforma tem que ser no máximo de 15 centímetros.


"Esta entrada aqui na plataforma exige uma cautela muito grande", disse um funcionário.

Sem cobradores e roletas
Para os passageiros também são muitas novidades. Dentro do ônibus não há cobradores, nem roletas. A bilheteria fica na estação. Para os ônibus novos que vão circular por corredores exclusivos, a promessa é de uma viagem mais tranquila e mais rápida. A previsão é reduzir pela metade o tempo gasto no trajeto entre Santa Cruz e o terminal Alvorada.

O corredor da Transoeste terá 56 quilômetros de extensão e 53 estações.

A previsão é que o trecho entre Santa Cruz e o terminal Alvorada entre em operação no fim de maio, com duas linhas e trinta ônibus circulando.

“Serão duas linhas, uma Santa Cruz-Barra, expressa, que parará somente em algumas estações, aumentando em muito a velocidade operacional do ônibus, e reduzindo o tempo de viagem do passageiro, e uma linha paradora, abrangendo todas as estações”, explicou o subsecretário de Transporte do Rio, Carlos Eduardo Maiolino.

A ligação até Campo Grande deve ficar pronta em julho. Já a extensão entre o terminal Alvorada e o Jardim Oceânico só deve ser concluída em 2016. Pela Transoeste vão circular cerca de 200 mil passageiros.



Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/03/motoristas-de-onibus-testam-novo-sistema-brt-na-transoeste-no-rio.html

A viagem da Marcopolo - Lucros e Mercados


Para escapar da crise europeia e das revoluções no mundo árabe, a fabricante gaúcha prioriza, agora, a América Latina.

Por Rafael FREIRE
Por muitos anos, a atuação global vem sendo apresentada como uma espécie de receita segura no caminho do sucesso para as empresas brasileiras. Foi exatamente essa a trilha seguida pela Marcopolo, fabricante de carrocerias de ônibus, baseada em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. A partir de 1991, com a abertura de uma fábrica em Portugal, a montadora empreendeu um vigoroso processo de abertura de fábricas fora da América Latina. A lista incluiu a Rússia, o Egito, a África do Sul e a Índia. O problema é que a montadora acabou sendo, de certa forma, atropelada pelo bonde, melhor dizendo, ônibus da história. 
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Pé na estrada: o modelo Paradiso G7 é a principal arma da Marcopolo para o mercado global.
 
As revoltas no mundo árabe e a crise do euro obrigaram-na a fechar as unidades de Portugal e da Rússia, além de deixar em ritmo lento a filial egípcia. A Marcopolo só não entrou no vermelho porque, ao contrário do mercado externo, internamente vivia uma realidade diversa. “Tivemos a ousadia de manter os investimentos no Brasil em meio à crise de 2008 e com isso preparamos nossa produção para atender à surpreendente demanda no País”, diz José Rubens de La Rosa, CEO da companhia. Hoje, a operação local representa 72% das receitas. Em 2004, respondia pela metade. A opção pelo mercado interno se reflete no balanço financeiro de 2011, divulgado na terça-feira 28: a receita líquida cresceu 13,6% em relação a 2010, para R$ 3,36 milhões, e o lucro foi de R$ 344 milhões. 
 
Os números foram bem recebidos pelos analistas. “A Marcopolo cresceu acima do mercado”, afirma Cristiane Fensterseifer, especialista em transportes da corretora Geração Futuro. Enquanto o setor avançou 9% em 2011, a montadora gaúcha aumentou sua produção em 12,3%. A empresa soube tirar proveito de uma série de fatores conjunturais para acelerar o passo no Brasil. O principal deles foi a manutenção da linha de crédito, no valor de R$ 52,4 bilhões, para aquisição de máquinas e equipamentos no âmbito do BNDES. Além disso, houve ainda uma significativa antecipação de compra por parte dos frotistas para se adaptar à nova lei ambiental que obrigou a adoção de veículos menos poluentes.  Ao que parece, a Marcopolo conseguiu estancar as “dores da globalização”. 
 
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José Rubens de la Rosa, CEO da marcopolo:
"Ousamos ao manter os investimentos em meio à crise"
 
Os resultados colhidos agora são frutos de uma guinada estratégica iniciada em 2007, quando foi lançado um plano de investimentos de R$ 700 milhões até 2016. Para este ano, a previsão é desembolsar R$ 140 milhões. Parte dessa quantia será usada para viabilizar a parceria com a concorrente Caio Induscar, na construção de outra fábrica no Brasil. Uma das alternativas é assumir ativos da catarinense Busscar, que está em recuperação judicial há dois anos. Mas isso não significa que a Marcopolo tenha desacelerado seus planos no Exterior. “Os mercados interessantes são aqueles com muita extensão territorial e população de baixa renda”, diz Carlos Zignani, diretor de relações com investidores da Marcopolo. 
 
Segundo ele, para cumprir a meta de crescer 7,5% neste ano, a companhia conta com as operações espalhadas pela América Latina, que representam cerca de 40% do seu faturamento no Exterior, além da contribuição das filiais da Índia e da Austrália. Esta última entrou na rota da Marcopolo em dezembro, com a compra da Volgren. Elas seguirão a nova cartilha da globalização que prevê maior autonomia para as subsidiárias que podem, por exemplo, fabricar peças utilizadas em suas linhas de montagem. “Atuar verticalmente é mais rentável, pois permite mapear onde é mais vantajoso comprar determinados insumos”, afirma Cristiane. Essa política foi adotada depois que a Marcopolo sofreu com a valorização do real e perdeu competitividade em mercados importantes, por concentrar no País a produção de componentes. 
 
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Marcopolo lucra R$ 344 mi em 2011



Comil premia funcionários que trabalham com melhorias no ambiente de trabalho


O empenho dos funcionários da Comil que contribuíram com melhorias no ambiente de trabalho no ano de 2011, foi reconhecido na última terça-feira (03/04). O programa SUMEPE (Sugestões de Melhorias Permanentes) que incentiva os funcionários a implantarem melhorias dentro de cada dos setores da empresa, mobilizou cerca de 30 grupos neste ano.  Destes, 20 grupos, totalizando 127 pessoas, foram premiadas por atingirem as metas estabelecidas pelo programa.
O evento de entrega dos prêmios ocorreu à tarde na sede da empresa e contou com a presença do presidente Deoclécio Corradi. Foram distribuídos cerca de R$ 100 mil em prêmios (como televisores LCD, notebooks, jogos de pneus, GPS, rádios automotivos e cadeiras de praia), de acordo com a pontuação de cada grupo. 
Com a ajuda dos grupos do SUMEPE, a Comil registrou redução no número de acidentes, melhorias de condições de trabalho, redução de custos, melhorias na qualidade e maior agilidade de serviços. “O processo do SUMEPE associado à motivação e capacidade de inovação de cada um dos componentes dos grupos, vem garantir o caminho da melhoria contínua dos métodos e processos de produção da Comil, e todos ganham com isso: a empresa com as melhorias implementadas, o funcionário com os prêmios e melhorias no ambiente de trabalho, além do cliente com a qualidade do produto”, diz o Gerente da Qualidade, Mauricio Kruer Froner. 
Para o funcionário Luiz Fernando Giaquini, do setor de Ferramentaria da Comil, é gratificante ajudar a empresa a crescer com suas ideias. “O trabalho desenvolvido nos faz sair da rotina, voltando o nosso pensamento para a inovação. Isso nos faz sentir realmente úteis e participativos dentro de uma organização”. 
Os grupos possuem metas como presença quinzenal dos participantes na reunião, registro de um trabalho por trimestre e conclusão de um trabalho por trimestre. O programa SUMEPE teve início em 1998, onde foi reformulado em 2011, recebendo maior incentivo dos gestores e dedicação dos funcionários da Comil. “A participação ativa de nossos colaboradores é de extrema importância. Eles sabem melhor que ninguém como é a rotina da empresa e o que pode ser feito para qualificar ainda mais nossos serviços. Estamos muito contentes com os resultados”, afirma Marlon Rodrigues, Supervisor da Qualidade.